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Terapia ABA · Análise do Comportamento Aplicada

Cada habilidade pode ser construída com propósito, tempo e respeito.

A intervenção baseada em ABA parte de uma avaliação individualizada para compreender necessidades, desenvolver habilidades importantes e ampliar a autonomia no cotidiano, com objetivos claros e participação da família.

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Planejamento individualizado Acompanhamento de objetivos
Ilustração de uma criança e uma pessoa adulta compartilhando uma atividade de aprendizagem
Pequenos passos, objetivos com sentido.O foco é ampliar comunicação, participação e autonomia, respeitando a pessoa e seu modo de aprender.

Quando o cotidiano pede apoio

Algumas habilidades precisam de um caminho mais claro para acontecer.

Antes de pensar em mudar um comportamento, é importante compreender o que a pessoa comunica, o que precisa e como o ambiente participa daquela situação.

A comunicação de necessidades ainda depende muito de adivinhação ou frustração

Mudanças de rotina, espera ou transições geram grande desconforto

Brincar, participar ou realizar atividades exige apoio constante

Habilidades de autocuidado e autonomia precisam ser construídas passo a passo

Comportamentos intensos aparecem e a família não sabe o que eles comunicam

A família busca orientações mais claras para apoiar o desenvolvimento

Compreender vem antes de intervir.

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ABA na prática

Observar, compreender, planejar e acompanhar.

O trabalho considera o que acontece antes e depois de um comportamento, as características do ambiente e os efeitos daquela ação. A partir dessa compreensão, são definidos objetivos relevantes e formas de acompanhar a aprendizagem.

Possibilidades de trabalho

O que pode ser desenvolvido no acompanhamento?

Não existe uma lista fixa para todas as pessoas. Os objetivos são escolhidos a partir da avaliação, do contexto e do que pode trazer mais participação, segurança e autonomia.

Comunicação funcional

Ampliar formas de pedir, recusar, escolher, compartilhar e expressar necessidades.

Autonomia no cotidiano

Construir habilidades de autocuidado e participação em rotinas importantes.

Brincar e interação

Favorecer repertórios de brincadeira, troca e participação social respeitando interesses e limites.

Flexibilidade e participação

Desenvolver recursos para transições, espera, mudanças e novas experiências.

Regulação e segurança

Compreender situações difíceis e construir alternativas mais seguras e possíveis.

Orientação à família

Traduzir objetivos em estratégias aplicáveis à rotina, sem culpabilização.

Cuidado ético e individualizado

Objetivos não são escolhidos para apagar quem a pessoa é.

Um plano responsável considera qualidade de vida, preferências, formas de comunicação, limites e participação da pessoa e da família.

Respeito e participação

Preferências, pausas, limites e formas próprias de comunicação fazem parte do processo.

Habilidades com sentido

Os objetivos precisam ser úteis para a autonomia, o bem-estar e a vida cotidiana.

Contexto antes do julgamento

O comportamento é compreendido em sua função e contexto, não tratado como falha moral.

Como começar

O primeiro contato acontece com o Instituto.

A família conta o que vive e recebe orientação sobre avaliação, disponibilidade e próximos passos.

01

Conte o que vocês vivem

Compartilhe as principais necessidades, rotinas e dúvidas sem precisar organizar tudo antes.

02

Receba orientação

O Instituto explica as possibilidades de avaliação e verifica o atendimento disponível.

03

Conheça o plano de cuidado

Objetivos, participação da família, frequência e acompanhamento são esclarecidos antes do início.

Perguntas frequentes

Informação para decidir com mais segurança.

Veja respostas sobre o atendimento e tire outras dúvidas diretamente com o Instituto.

Primeiro contato

O primeiro passo é compreender a necessidade antes de escolher o caminho.

Converse com o Instituto, conte brevemente o que a família procura e receba orientação sobre as possibilidades de Terapia ABA.

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